Esse relatório genealógico é sobre Bernardo Effting E Maria Rosinete Souza Effting.Ele contém 1381 indivíduos e 433 famílias, e também 1225 Fotos da árvore genealógica.
ORIGEM FAMÍLIA EFFTING – Pai do Bernardo Effting (1956)
BERNARD ANTON EFFTING casou com ANNA ELISABEHT VEVING
Deste casamento nasceu (única informação)
JOHANNES HEINRICK EFFTING (meu trisavô)
•Ele nasceu em 28.05.1820 nas proximidades de Choppingen distante de Osterwick mais ou menos oito quilômetros na propriedade de GEMEN.
•Era tecelão diarista. Com vinte anos era empregado da propriedade de EISSING, Osterwick na rua Kischspiel, 17 hoje propriedade de Bernardo Eising Rosrosen.
•Depois trabalhou na propriedade de Casper Eissing, na rua Kischspiel, 17 na comunidade de Osterwick, 1840.
•Nesta propriedade da viúva Clara Eissing, JOHANES conheceu CLARA PÖPPER (minha trisavó), nascida em 06.12.1819.
CLARA PÖPPER nasceu em 1819 em LEDGEN (Alemanha).
JOHANNES HEINRICK EFFTING em 04.09.1842 com 22 anos apresentou-se na paróquia de Santa Brígida para o Casamento. No Casamento o pai de CLARA seu pai, JOHANNES HEINRICH PÖPPER já era falecido, o qual era casado com MARIA ANNA PÖPPER
JOHANNES casou na paróquia de SÃO NICOLAU cidade de OSTERWOCK. Moraram 4 anos na propriedade rural de SUNDORP, 1843.
Do casamento de JOHANNES HEINRICK EFFTING e CLARA PÖPPER nasceram:
1. 12.06.1844 - Bernhard Anton Effting (Sênior) nasceu na Alemanha, Osterwick (Sundorp), faleceu em 16/07/1913 com 69anos 1mes 4ddias na localidade de Vargem do Cedro-SC
2. 12.09.1849 - Anton Hermann Bernhardt Effting – Meu bisavô - nasceu Alemanha, Osterwick (Sundorp), faleceu em 28/08/1917 com 67anos 11meses 16dias na localidade de Praia Redonda-SC
CLARA PÖPPER faleceu com 33 anos devido a problemas pulmonares.
JOHANNES casou-se novamente com JOHANA WLISABETH TERBACK. Ela nasceu em 1827 em Vreden.
Em 09.01.1860 JOHANNES HEINRICK EFFTING (meu trisavô) emigrou para o Brasil.
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ORIGEM FAMÍLIA BUSS – MÃE DO BERNARDO
Ocorre que no século XIX a Alemanha passava por profundas transformações, saindo do sistema feudal para o industrial, a exemplo do que já acontecia com maior intensidade na Inglaterra e na França, desde o final do século XVIII. Em 1862 e 1863, quando ocorreram estas duas emigrações, o território alemão ainda não possuía a configuração de Estado Nacional, já que era constituído de vários ducados, reinos, principados, condados, eleitorados, vice-reinados, marquesados e bispados que, mesmo diante dos diversos dialetos, temm em comum, apenas o idioma alemão. A unificação da nação alemã somente veio a ocorrer mais tarde, em 1870, através de Bismark, o Chanceler de Ferro. Antes deste marcante evento, era aguda a escassez de terras no meio rural, pois as mesmas haviam sido excessivamente retalhadas, ou então, dominadas pelos senhores feudais. O desemprego se generalizava, fustigando principalmente os homens do campo, face à implacável e crescente ociosidade de mão de obra, em decorrência do progressivo avanço da revolução industrial. Nem mais como diaristas (taglöhners) ou tecelões artesanais (webers), atividades que prevaleciam nas famílias BUSS da época, conseguiam auferir o suficiente para assegurar a subsistência de suas famílias. A alternativa que lhes restava era reunir a família e emigrar, levando apenas o essencial, à procura de melhores condições, o que lhes parecia factível nas TERRAS DA ESPERANÇA, no sul do Brasil, onde já estavam muitos de seus conterrâneos.
A maioria dos emigrantes europeus rumava para os Estados Unidos da América do Norte. Os dois irmãos BUSS, entretanto, optaram pelo Brasil. Foi em 1862, que JOSEPH HEINRICH BUSS e sua mulher Gertrud Boecker(1831-.....), ambos então com 31 anos, acompanhados apenas de seu filho Gerhard Heinrich Buss, com 9 meses de idade, deixaram Stadtlohn, na Westfália, rumando para o Porto de Antuérpia, onde embarcariam no navio que os transportaria até o Porto do Rio de Janeiro, onde chegaram no dia 22 de maio de 1862. Dali, novamente via marítima, seguiram até o Porto de Desterro (atualmente Florianópolis – SC). De Desterro, via terrestre, através de precárias estradas, até a localidade de Rio do Salto, na Colônia Teresópolis, onde se estabeleceu. A chegada deve ter ocorrido no início do mês de junho de 1862.
Aqui a vez do MEU TRISAVÔ, PAI DO BISAVÔ.
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No ano seguinte, em 1863, foi a vez de JOHANN BERNARD BUSS, de sua esposa Helena Christina Wilmer(1821-.....) e de seus seis filhos menores, Maria Gertrud Buss (nascida em 1850), Walter Buss (nascido em 1851), Elisabeth Gertrudes Buss (nascida em 1854), Maria Catharina Buss (nascida em 1855), Heinrich Buss (nascido em 1858) e HEINRICH THEODOR BUSS (nascido em 1861- meu bisavô), emigrarem para o Brasil. Saíram de Stadtlohn em fevereiro de 1863, também com destino ao Porto de Antuérpia, onde embarcaram no Navio Oldemburguês "Meuse", com destino ao Rio de Janeiro, onde chegaram aos seis dias do mês de abril de 1863, após cerca de seis semanas de viagem. Ainda no mês de abril de 1863, seguiram viagem a bordo do Vapor Brasil, com destino a Desterro, onde chegaram no final do mesmo mês. De Desterro seguiram, via terrestre, até a Colônia Teresópolis, onde chegaram nos primeiros dias do mês de maio de 1863.
O reencontro com o irmão Joseph Heinrich Buss, que havia se estabelecido na acidentada região de Rio do Salto, deve ter sido confortante em termos fraternais, porém, certamente decepcionante nos aspectos econômicos. Naquelas terras, impróprias para a agricultura, não teriam futuro algum. Não lhe restava alternativa outra que não fosse a de se embrenhar pela mata virgem, à procura de um local mais promissor. Deixando a mulher e os seis filhos na Sede da Colônia Teresópolis, onde havia certa segurança e conforto, partiu rumo ao Oeste, subindo as serras, juntamente com outros colonos, colegas de infortúnio. Foi nas imediações das nascentes do Rio Capivari, logo que ultrapassaram o divisor de águas da Serra que, com o consentimento do Diretor da Colônia, resolveu fixar-se, pois o local lhe deve ter parecido promissor. Abriu uma clareira em plena mata nativa, numa fração de terras que mais tarde, em 11 de janeiro de 1868, seria legalizada com a denominação de lote 16 da Linha Rio Capivari, nela improvisando um barraco com a própria madeira que acabara de derrubar, no qual, em seguida, acomodaria a sua família. Implantou as suas primeiras lavouras e voltou para buscar os seus familiares, que haviam permanecido em Teresópolis. Desta vez, a família toda subiria as serras de forma definitiva, levando os seus poucos pertences, através da mesma picada que, meses antes, havia sido aberta pelos precursores, enfrentando toda sorte de adversidades e os perigos destas regiões íngremes, cobertas de vigorosa mata atlântica. Foi assim que, em 1864, Johann Bernard Buss ( MEU TRISAVÔ) e sua família chegaram ao Vale do Capivari, onde se estabeleceram definitivamente, figurando entre os fundadores de São Bonifácio – SC.
Joseph Heinrich Buss (Irmão de meu Trisavô), que estava sem perspectivas, lutando contra as adversidades na localidade de Rio do Salto, também teria um futuro melhor. Migrou em 1873, com dezenas de colegas, sob a coordenação do Padre Guilherme Roer, para o Vale do Braço do Norte, onde adquiriu um lote de terras mais planas e de boa fertilidade, figurando também entre os pioneiros germânicos fundadores de São Ludgero – SC, onde viveu em ambiente de prosperidade e encaminhou normalmente a todos os seus filhos.
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Fonte - http://www.tonijochem.com.br/livro_buss.htm (01/02/2008 13:29:13)
Autores: Augustinho BUSS, Anselmo BUSS e Toni Vidal JOCHEM
Você pode também pesquisar pelos seguintes nomes de família:
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